A gordura
localizada, conhecida como o acúmulo de resíduos do tecido adiposo, pode ser
encontrada tanto em pessoas com peso normal quanto em pessoas que apresentam
excesso de peso e, geralmente, são indesejáveis já que comprometem a estética e
pode interferir na auto-estima.
A célula
é um elemento vivo que possui a capacidade de reagir aos estímulos elétricos,
da mesma forma que reage a estímulos de natureza hormonal, térmica, mecânicas e
fotoquímicas, e a Eletrolipólise é um tratamento que estimula a ação lipolítica
de depósitos intra-adipocitários, ou seja, células adiposas.
Princípios
de ação do Eletrolipólise
A eletrolipólise acontece através de descargas elétricas de baixa freqüência que são estimuladas por pares de eletrodos aplicados nas regiões que apresentam a gordura em excesso. A passagem da corrente elétrica através dos tecidos desenvolve calor, e esse aquecimento quebra a molécula da gordura, aumenta a circulação no local e favorece as trocas celulares e a eliminação de toxinas. Para eliminar as toxinas através da bexiga, a eletrolipólise é seguida por uma drenagem linfática, e assim, a gordura localizada é direcionada para a região dos gânglios onde é processada e eliminada pela urina.
A eletrolipólise acontece através de descargas elétricas de baixa freqüência que são estimuladas por pares de eletrodos aplicados nas regiões que apresentam a gordura em excesso. A passagem da corrente elétrica através dos tecidos desenvolve calor, e esse aquecimento quebra a molécula da gordura, aumenta a circulação no local e favorece as trocas celulares e a eliminação de toxinas. Para eliminar as toxinas através da bexiga, a eletrolipólise é seguida por uma drenagem linfática, e assim, a gordura localizada é direcionada para a região dos gânglios onde é processada e eliminada pela urina.
Método de
aplicação
A Eletrolipólise tem duas formas de aplicação, levando-se em conta as seguintes precauções iniciais:
A Eletrolipólise tem duas formas de aplicação, levando-se em conta as seguintes precauções iniciais:
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A pele
deve estar íntegra, sem lesões cutâneas, observando-se ainda que a paciente
não deva ter feito nenhum procedimento esfoliativo prévio, tal como depilação
por cera;
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A
região não pode ter tumorações;
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A pele
deve estar sem cremes ou produtos;
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Pacientes
que façam uso prolongado de corticóides e progesterona;
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insuficiência
cardíaca;
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Pacientes
que tenham doenças uterinas como fibromas.
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Com
agulhas: colocação de agulhas de aço inoxidável, com 0,3 mm de diâmetro e, em
geral, 7 a 15 cm de comprimento distribuídas aos pares, distanciadas entre si,
com no máximo 5 cm de distância entre elas.
A
colocação das agulhas não obedece necessariamente a planos musculares ou
circulatórios, sendo de acordo com distribuição do tecido em questão. Para
penetrar a agulha, tomadas obviamente às precauções e rotinas de assepsia
referentes a um procedimento invasivo.
Sem
agulhas: esta aplicação é feita por elétrodos de silicone condutivo, de
baixíssima resistência intrínseca, obedecendo o mesmo distanciamento, ou seja,
colocadas aos pares, com distanciamento de 5 a 6 cm. Deve ser usado um gel
condutivo, sem princípios ativos, dispondo em regiões de acumulo de gordura,
visando saturar pelo número de elétrodos.
O ritmo
de aplicações é variável de acordo com o método selecionado de aplicação:
Com
agulhas: Uma vez por semana, de 6 a 15 aplicações.
Sem
agulhas: 2 a 3 vezes por semana, dependendo do estágio da paciente, variando o
número de sessões de 20 a 30 sessões.
A
corrente terá de ser dosada de acordo com a tolerância de cada indivíduo, sem
que haja sensação incômoda e apenas um formigamento, isto válido tanto para
aplicação com agulhas quanto a sem agulhas, sendo que após a aplicação, deve
ser recomendado que não haja exposição ao sol, devido a sensibilização causada
pela aplicação. Também é observado que pode haver eritemas - vermelhidões - na
pele.
Contra indicações:
Contra indicações:
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Pacientes
com lesões na pele;
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Pacientes
com tumoração de natureza maligna;
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Pacientes
em tratamento com corticóides e progesterona prolongado;
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Pacientes
com mioma uterino;
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Pacientes
que estejam em tratamento médico e que este tipo de aplicação seja contra
indicado;
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Pacientes
tratados com beta-bloqueadores;
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Hipertensos;
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Hipoglicêmicos;
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Síndrome
d Cushing;
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Diabete
tipo 2;
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Doença
vascular periférica/ Trombose;
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Hipotireoidismo;
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Neoplasias;
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Uso de marca-passo;
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Epilepsia;
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Gravidez;
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Alergia
a sulfato de níquel;
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Insuficiência
renal;
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Dermatite
de contato;
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Neuropatias
periféricas;
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Hipocalcemia;
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Área de
infecção ativa;
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Área de
solução de continuidade de pele.
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Olá Fabi.. Amei o blog várias informações bacanas!! É disso q precisamos!! Só não descobri onde clicar pra Re seguir kkkkk �� bjo ��
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